Responsável TécnicoDr. Elson Almeida da Silva  CRM 66288
EQUIPE
Atendimento de 2ª à 6ª feira  das 7:00 as 19:00 hs.
CONTATO
SAIBA MAIS
Av. Índico, 203 - Jardim do Mar São Bernardo do Campo - SP  Tel.: 11 4122-7888 Fax: 11 4122-7887
SERVIÇOS
LOCALIZAÇÃO
ESPECIALIDADES
Clínica Alpha, fundada há mais de 20 anos, na região do ABC, com a finalidade de oferecer atendimento ortopédico, traumatológico e fisioterápico, com qualidade e seriedade, onde o foco principal é o bem estar do paciente. Contamos com uma equipe de especialistas nas mais diversas áreas da ortopedia e fisioterapia, a fim de realizar o melhor tratamento, de forma segura e eficiente.  Nossa estrutura, começa por uma uma ótima localização, com facil acesso, estacionamento conveniado ao lado, recepção ampla, 2 consultórios climatizados.
Clique aqui para tirar suas dúvidas sobre a Clínica Alpha e seu atendimento, ler sobre curiosidades e conhecer um pouco mais sobre Ortopedia e Traumatologia
ARTIGOS
HOME
ATENÇÃO: Voltamos a atender  os convênios:  Amil e Medial.
X
Clínica Alpha, fundada há mais de 20 anos, na região do ABC, com a finalidade de oferecer atendimento ortopédico, traumatológico e fisioterápico, com qualidade e seriedade, onde o foco principal é o bem estar do paciente. Contamos com uma equipe de especialistas nas mais diversas áreas da ortopedia e fisioterapia, a fim de realizar o melhor tratamento, de forma segura e eficiente.  Nossa estrutura, começa por uma uma ótima localização, com facil acesso, estacionamento conveniado ao lado, recepção ampla, 2 consultórios climatizados.
EQUIPE • Dr. Elson Almeida da Silva - Cirurgia da Mão e do Pé• Dr. André Maurício C. V. Freitas - Cirurgia do Joelho • Dr. Rogério Almeida da Silva - Cirurgia do Ombro e Cotovelo • Dr. Mário K. Matsumoto - Ortopedia Geral• Dr. J.J. Denari - Ortopedia Geral e Especialista do Quadril • Dr. Alexandre M. Asevedo - Cirurgia da Coluna • Dr. Rafael H. Lopes - Ortopedia Geral e Cirurgia do Joelho
• Raio-X
Acupuntura e Auriculoterapia A Acupuntura é um método para estimular o organismo levando-o a um equilíbrio energéti­co para melhorar as funções naturais de rea­ção contra as doenças. Ela consiste na inser­ção de agulhas descartáveis em pontos espe­cíficos. Esses pontos ao serem ativados alteram condições fisiológicas e bioquímicas, promovendo a alívio às dores entre outros benefícios. O tratamento é realizado de 1 a 2x por sema­na.  Indicações:  • Dores na Coluna;  • Dores na Cabeça;  • Estresse;  • Dores em Geral;  • Rinites;  • Sinusites entre outras.
• Imobilizações
• PRP-Terapia com células plasmáticas
• CPM
• Fisioterapia Ortopédica
• Acupuntura e Auriculoterapia
• RPG
• Drenagem linfática
CPM É uma tecnologia fisioterápica utilizando-se um equipamento para mobilização passiva contínua, indicado para pacientes em pós-operatório de cirurgias em membros inferiores.
Drenagem linfática  É uma técnica de massagem que estimula o siste­ma linfático a trabalhar em um ritmo mais acelera­do, mobilizando a linfa até os gânglios linfáticos. Por esse processo são eliminados o excesso de líquidos, toxinas e gorduras. O tratamento é realizado de 1 a 2X por semana. Indicações:  • Tratamento de celulite e gordura localizada;  • Tratamento pré e pós cirurgia plástica; - • Edema gestacional e no período menstrual;  • Pré e pós operatórios traumáticos entre outras.
Fisioterapia Ortopédica  É uma ciência da Saúde que estuda, previne e trata os distúrbios cinéticos funcionais intercorrentes em órgãos e sistemas do corpo humano, gerados por alterações genéticas, por traumas e por doenças adquiridas. Fundamenta suas ações em mecanismos terapêuticos próprios, sistematizados pelos estudos da Biologia, das ciências morfológicas, das ciências fisiológicas, das patologias, da bioquímica, da biofísica, da biomecânica, da cinesia, da sinergia funcional, e da cinesia patologia de órgãos e sistemas do corpo humano e as disciplinas comportamentais e sociais. Utiliza-se na Fisioterapia
Imobilizações  São procedimentos ortopédicos prescritos pelo médico ortopedista com a finalidade de imobilizar o paciente mediante a uma fratura, torção, luxação. Estas imobilizações podem ser feitas através de gesso, faixa ou tala metálica. No local da imobilização não pode haver movimentos. O paciente deve manter este repouso pelo tempo que o médico determinar.
Raio-X  É uma emissão eletromagnética que tem comprimento de onda compreendido entre 1nm (nanômetro) até 5 pm (picômetro). Tem uma natureza semelhante a da luz visível, a diferença está no comprimento da onda: os Raios X têm ondas menores e mais energia, menores do que o aceitável pelo olho humano para ver. É bastante usado na Medicina, principalmente em ortopedia, como forma de identificas problemas de ossos (como fraturas e luxações) além de poder identificar alguns corpos estranhos que estejam dentro do corpo de um(a) paciente.
• PRP Terapia com células plasmáticas
RPG  É a tera­pia mais indicada para a correção das alterações posturais. O fisioterapeuta corrige desvios na coluna vertebral, melhorando a postura e a qualidade de vida. O tratamento é individualizado e aplicado por profissionais especializados. O tratamento é realizado 1x por semana.  Indicações:  • Dores na coluna vertebral;  • Desvios posturais (escoliose, cifose, lordose, etc.);  • Hérnia de disco;  • Dores musculares agudas e crônicas;  • Cefaléia tensional (dores de cabeça) entre outras.
PRP-Terapia com células plasmáticas Através de um método simples utiliza- se as pla­quetas do próprio paciente (método autólogo) con­seguindo melhorar, acelerar e até curar a grande maioria das lesões ortopédicas. Indicações:  • Tendinites;  • Lesões musculares;  • Aceleração da consolidação de fraturas entre outras.
ESPECIALIDADES  • Ortopedia Geral e Traumatologia  • Coluna • Ombro e Cotovelo • Quadril • Mão e Pé • Tornozelo• Joelho
QUADRIL
JOELHO
MÃO
COLUNA
Deformidades da coluna vertebral  Deformidades que se manifestam por desvios e que acometem a coluna vertebral, podendo ser congênitas ou adquiridas.  Freqüentemente há a história familiar. A simples observação da criança correndo ou brincando já permite aos pais observarem desvios para os lados (escoliose), má postura (hipercifose), barriga saliente (hiperlordose).  A criança deve ser avaliada tão logo seja notado o problema.  A grande maioria das deformidades da coluna se apresenta na pré-puberdade, próxima ao estirão do crescimento, mais cedo nas meninas que nos meninos. É aí que se consegue o melhor resultado do tratamento pois a coluna ainda não se desenvolveu totalmente e vai crescer.   DIAGNÓSTICO  A criança será submetida ao exame ortopédico completo, onde serão avaliados os desvios do eixo normal, a flexibilidade da coluna, encurtamentos e hipotrofias musculares da coluna e membros inferiores. Essas variáveis são importantíssimas para traçar o plano terapêutico e fornecer um prognóstico aos pais.  O exame de eleição é o RAIO-X da coluna vertebral, onde será medido o desvio em gráus das deformidades e se avaliará a maturidade óssea e o potencial de crescimento.  TRATAMENTO  Alguns casos necessitam de fisioterapia: casos leves são tratados com RPG (Reeducação Postural Global) Outros casos são tratados com coletes ortopédicos, fabricados sob prescrição médica .  As cintas posturais apresentadas na mídia são contra-indicadas: além de não interferirem na evolução da deformidade relaxam os músculos posturais que passam a não ser mais requisitados. Raros casos podem necessitar de cirurgia.
• Deformidades da coluna vertebral
Condromalácia patelar 
  A condromalácia patelar é uma patologia que acomete o joelho e consiste em uma alteração degenerativa da cartilagem patelar e dos côndilos femorais correspondentes.

 A dor é descrita como desconforto e crepitação(estalido, muitas vezes audível) ao redor e atrás da patela, que normalmente piora em atividades como subir e descer escadas, agachar, correr, pular e, em geral, todos os esportes de impacto(futebol, vôley,ciclismo,basquete). Pode cursar ainda, devido ao processo inflamatório que ocorre, com inchaço esporádico do joelho.

 Algumas pessoas tem predisposição a apresentar lesões devido a um mau alinhamento da patela, que ao invés de percorrer o “trilho” formado pelos côndilos na flexão e extensão, assumem uma posição mais lateralizada, aumentando o atrito entre os dois ossos. Alterações da musculatura do quadríceps (coxa) como atrofias, hipotrofias e encurtamento muscular também alteram a posição da patela.

 Esses fatores anatômicos, relacionados a outros histológicos e fisiológicos, resultam num enfraquecimento, amolecimento e desgaste da cartilagem patelar envolvida. 

O diagnóstico da condromalácia patelar é feito por meio de exame clínico na consulta com médico especializado e, quando necessário, associado a exames de imagem, como radiografias e ressonância magnética.

 A condromalacia patelar pode ser classificada em quatro graus, de acordo com o tamanho e a profundidade da área de cartilagem patelar acometida.

 Não há um protocolo rígido de tratamento. É importante analisar o grau da lesão, associada à intensidade dos sintomas apresentados. A identificação das possíveis causas também é importante.

 O tratamento visa a melhora das dores, além de tentar evitar ou retardar a velocidade de progressão do desgaste e, para tanto, são utilizados medicamentos condroprotetores, aliados ao trabalho muscular específico, com auxílio de fisioterapia. É importante ressaltar que não existe reposição da cartilagem desgastada, mas sem o tratamento adequado a evolução da patologia tende a ser mais rápida.

 Os condroprotetores podem ser administrados por via oral ou então por infiltração intra-articular, que tem se mostrado um tratamento muito eficaz nos últimos anos, com melhora das dores logo nas primeiras semanas de aplicação. Tal medicamento, a base de hialuronato sódico, é específico para o tratamento dessa patologia e é aplicado de maneira rápida, semanal ou quinzenalmente, normalmente totalizando 5 sessões, no próprio consultório médico.

 Em alguns casos, pode estar indicada a realização de tratamento cirúrgico por videoartroscopia, que visa remoção de pequenos fragmentos de cartilagem que se soltam na articulação, bem como a regularização da superfície condral e descompressão entre a patela e o fêmur.
• Condromalácia patelar
• Genu Valgo ou joelho Valgo
• Genu Varo ou joelho Varo
Genu Valgo ou Joelho Valgo  Genu Valgo é uma condição na qual a criança apresenta os joelhos muito juntos (encostados) enquanto os tornozelos se afastam(Popular joelho em X) Ver figura abaixo. Muito importante é atentar para o fato de que o genu valgo é normal em uma fase do desenvolvimento da criança, em geral dos 3 aos 7 anos de idade. Neste caso chamamos de genu valgo fisiológico. A deformidade não é muito acentuada, é simétrica e regride espontaneamente a partir desta idade. As crianças mais pesadas (obesas) podem ter dificuldades nesta regressão espontânea. Entretanto em algumas situações em que a deformidade é muito acentuada ou naquelas crianças mais velhas em não houve regressão, será necessário tratamento ortopédico.  Diagnóstico Será feito através do exame clínico e radiográfico da criança. Importante sempre avaliarmos a simetria da deformidade, pois quando assimétrica poderá haver algum tipo de diferença de comprimento nos membros inferiores.  Tratamento Naquelas crianças menores (3 - 7anos) com deformidades muito acentuadas, usa-se botas ortopédicas com com solados inclinados (bordo medial elevado ) que forcem o joelho para a posição correta. Nas crianças mais velhas podem ser usados orteses noturna com cursor anti valgo .Nos pré-adolescentes com joelho valgo grave, poderá ser necessário o tratamento cirúrgico.
Genu Varo ou Joelho Varo Genu Varo é uma condição na qual a criança apresenta os joelhos bem afastados (abertos) enquanto os tornozelos se aproximam. Muito importante é atentar para o fato de que o genu varo pode ser normal na criança do zero aos 2,5 anos de idade. Neste caso chamamos de genu varo fisiológico. A deformidade não é muito acentuada, é simétrica e regride espontaneamente do início da marcha (1ano) até no máximo 2,5anos. As crianças mais pesadas (obesas) podem ter dificuldades nesta regressão espontânea. Porém há algumas doenças ortopédicas que podem causar genu varo, nestes casos chamamos de genu varo patológico. As principais causas são:  Deficiência de vitamina D – faz com que a criança tenha menos cálcio no organismo e portanto tenham ossos mais fracos que “entortam” com o peso do corpo.  Tíbia vara de Blount – doença que afeta o crescimento da tíbia próxima ao joelho que faz com que este fique varo. Pode ser uni ou bilateral.  Síndromes genéticas – criança além do joelho varo apresenta várias outras alterações ortopédicas.  Diagnóstico Será feito através do exame clínico e radiográfico da criança. Pode ser necessário algum tipo de exame de sangue.  O diagnóstico pode ser difícil na criança muito pequena, muitas vezes temos que aguardar a idade de dois anos para concluirmos se está ou não havendo regressão da deformidade. E os sinais radiográficos de genu varo patológico podem demorar a aparecer na radiografia.  Tratamento  Nos casos de genu varo fisiológico, apenas acompanhamento. As crianças obesas podem necessitar de algum tipo de aparelho ortopédico, além é claro da correção do excesso do peso. Nos casos mais graves, como a tíbia vara de Blount, são usados aparelhos ortopédicos de uso noturno que forçam a correção do joelho. Podem ser necessários vários anos de tratamento.
Patologias da mão  Artroses Artrose é o desgaste da cartilagem que recobre uma articulação, pode acometer qualquer articulação da mão sendo muito frequente em articulações interfalangeanas distais e proximais dos dedos e base do polegar (rizartrose).  O tratamento varia de acordo com a queixa do paciente, grau de limitação de desgaste articular, podendo ser instituído tramento conservador (medicamentos /fisioterapia /orteses) até cirúrgico.  Dedo em gatilho  Patologia em que o tendão flexor fica travado na polia que serve para manter o tendão próximo ao osso.  Sintomas – dor e limitação para extensão e as vezes travamento em flexão do dedo, que só destrava forçando a extensão do mesmo, gerando dor e estalido. Pode estar relacionado com tendinites.  Tratamento – Conservador (infiltração / fisioterapia) Cirúrgico –liberação da polia flexora estenosada.  Doença de Dupuytren  É uma contratura da fascia palmar, de um ou mais dedos, causando deformidade em flexão do dedo acometido, podendo evoluir para flexão e rigidez gradual da articulação. Na palma das mãos e dedos palpa-se nódulos e cordas endurecidas.  É frequente em homens.  Tratamento – cirúrgico (fasciectomia palmar)  Cistos Sinoviais  São muitos frequentes, presença de tumorações no punho e dedos preenchidos por líquido sinovial proveniente das articulaçoes.  Frequentemente são assintomáticos, mas que causam problemas estéticos. Após o diagnóstico sendo indolor, tratamento expectante caso seja limitante e doloroso, indica-se punções e em caso extremo realiza-se remoção cirúrgica do cisto .  Síndrome do Túnel do Carpo Patologia muito frequente, causa dor e dormência em dedos e mãos. Muito frequente a noite.  O diagnóstico é essencialmente clínico.  Tratamento  Pode ser conservador (talas noturnas,  fisioterapia ) caso não resolva, o tratamento é cirúrgico, utilizando técnica convencional que consiste em uma incisão de 3 cm na região palmar, com liberação do tunel carpal com neurólise do nervo mediano.  Tecnica Endoscópica  - Utilizamos em nossa clínica na maior parte dos pacientes, onde se introduz lamina óptica através de uma pequena incisão de1 cm, sendo minimamente invasiva, realiza-se a liberação do túnel do carpo sob via endoscópica com menos agressão, menos dor pós operatória e evolução de cura mais rápida.
• Patologias da mão
• Hallux Valgo ou Joanetes
• Pés Planos
• A Fascite Plantar e o Esporão    do Calcâneo
Fascite Plantar e o Esporão do Calcâneo A dor plantar calcaneana é uma das queixas mais comuns ouvidas pelos ortopedistas e especialistas em cirurgia do pé. A maioria dos pacientes são trabalhadores de meia idade, ativos e incomodados com a dor e ao transtorno que ela traz em suas vidas diárias.  Muitas alterações que podem ocasionar a dor plantar calcaneana. A lesão aguda por um trauma, o impacto repetitivo no esporte ou no trabalho, a atrofia e a diminuição da espessura da gordura plantar, infecções bacterianas e compressões de nervos ao nível do pé e tornozelo. A dor plantar também está relacionada com sobrepeso e obesidade, principalmente se este ganho de peso ocorreu abruptamente. Fáscia plantar é o principal ligamento que percorre a planta e segura o arco do pé, como uma fita larga tensionada do calcanhar até os dedos.  A Fascite Plantar é um processo inflamatório doloroso na inserção da fáscia plantar junto ao calcâneo e sua evolução reflete um processo autolimitado, com resolução dos sintomas dentro de um ano em média. Esse processo inflamatório ocorre por estresse e microrrupturas na interface entre a fáscia e o osso calcaneano. As causas são variadas e algumas foram citadas acima. Nesse local forma-se um constante processo de cicatrização e lesão ao mesmo tempo.  Quadro clínico, uma dor intensa, pontual como se um prego estivesse cravado ou algo estivesse sendo rasgado. Ela é maior ao levantar da cama pela manhã logo nos primeiros passos, melhorando com o passar do dia. Outras vezes, após permanecer muito tempo sentado, os primeiros passos podem acarretar dor forte.  Esporão de calcâneo –é um osteófito (o chamado esporão) não é culpado pela dor. Ele simplesmente é uma calcificação interna de outra estrutura do pé, o tendão flexor curto do hálux. O esporão não tem relação direta com a fáscia plantar e a sua direção é para anterior, isto é, ele aponta para frente do pé e não para a planta. Cerca de 15 % das pessoas possuem o esporão do calcâneo e somente 50 % das pessoas que sofrem de dor plantar calcaneana apresentam o esporão.  O diagnóstico de fascite plantar é essencialmente clínico. A história detalhada do paciente, a caracterização da dor e o exame físico do pé nos dão dados suficientes para o diagnóstico de fascite plantar O raio-x não revela a fascite plantar, mas pode nos mostrar cistos ou tumores ósseos do calcâneo, também mostra a calcificação do esporão. A ultrassonografia é um exame barato e pode mostrar espessamento e aumento de líquido ao redor da fáscia, caracterizando o processo inflamatório. A ressonância nuclear magnética é o melhor exame para visualizar a fasciíte plantar, porém não é necessária para o diagnóstico além de ser extremamente cara.  O tratamento da fascite plantar é essencialmente conservador, isto é, sem a necessidade de cirurgia ou métodos invasivos, e depende muito da atitude e perseverança do paciente. A medicação antiinflamatória pode ser usada para controlar a dor por curto período, melhorando parcialmente e temporariamente o sintoma por alguns dias.  Palmilhas moldadas ajudam a sustentar o arco do pé e distribuir melhor a carga, além de diminuir o impacto com o solo da região plantar afetada.  A fisioterapia é a principal arma para tratar a fasciíte plantar. Ela deve ser realizada com freqüência e persistência. Um bom programa de alongamento da panturrilha e do pé é essencial, além da orientação fundamental ao paciente para realização desses exercícios diários .  O controle do peso corporal é importante e ajuda a diminuir o stress sobre a fáscia plantar, além de propiciar melhor condição física para realizar os exercícios fisioterápicos.
• Pé Torto Congênito Equinovaro
• Deformidades dos dedos menores
Deformidades dos dedos menores Os dedos menores dos pés (2º, 3º, 4º e 5º dedo) são aqueles posicionados lateralmente ao Hallux ( dedão do pé). Eles também são acometidos por alterações que podem causar deformidades e calosidades, muitas vezes dolorosas e que se acentuam com o uso de certos tipos de calçados, principalmente os femininos. A forma e o comprimento dos dedos, e a relação com o uso de calçados apertados estão entre as diversas causas dessas deformidades. Outras causas são: doenças degenerativas (artrite reumatóide), lesões traumáticas (fraturas, luxações), doenças neurológicas (derrame, paralisia), anomalias congênitas. Os três tipos de deformidades mais comuns que acometem os quatro dedos menores do pé são: Dedo em Malho, Dedo em Martelo e Dedo em Garra.  Dedo em Malho é uma deformidade que ocorre na articulação mais próxima à ponta do dedo. Consiste na flexão plantar do dedo, podendo formar uma calosidade na parte de cima muitas vezes dolorosa pelo atrito com o calçado, ou calosidade na ponta do dedo com deformidade da unha, pelo atrito e impacto com o solo.  É mais freqüente em dedos longos e acomete principalmente o 2º e/ou o 3º dedo.  Dedo em Martelo é a deformidade ocorre na articulação do meio do dedo, ocasionando flexão plantar e produzindo uma calosidade dolorosa na parte de cima pelo atrito da articulação deformada com o calçado.  É mais freqüente em dedos longos e pode aparecer como deformidade única ou em vários dedos.  Dedo em Garra é uma deformidade mais complexa e se apresenta com a hiperextensão (para cima) da articulação que une o dedo ao resto do pé e da flexão (para baixo) da articulação do meio do dedo. Essa deformidade ocasiona dor plantar na porção frontal do pé e calosidades muito dolorosas no dorso dos dedos acometidos, podendo até mesmo impossibilitar o uso de calçados fechados ou com solados finos e rígidos.  Todos esses tipos de deformidades podem se apresentar de forma rígida ou flexível. Mudança do tipo de calçado, aparelhos de contenção e dedeiras de silicone são métodos conservadores que podem aliviar os sintomas, mas não corrigem as deformidades.  O tratamento cirúrgico dependerá do tipo de lesão se rígida ou flexível para indicação  do procedimento mais adequado a patologia.  Existem várias técnicas cirúrgicas que podem ser empregadas, com osteotomias ( cortes ósseos), artrodeses (fixação articular com fios metálicos ou parafusos) e as tranferências tendinosas.  Normalmente o período de recuperação não ultrapassa três a quatro semanas com o uso de sandália pós-operatória. Após esse período, o paciente é orientado a realizar fisioterapia e liberado para o uso de calçados.
Hallux Valgo  ou  Joanetes É uma patologia que afeta a articulação metatarso falangeana do hállux(dedão), levando ao desvio angular da mesma e ocasionando na maioria das vezes aumento de volume, aparecimento de exostose na cabeça do primeiro metatarso e dor no local.  É mais comum em mulheres devido ao uso inadequado de calçados(salto alto, bico fino) e também a maior frouxidão ligamentar, mais frequente no sexo feminino. Tem caráter genético e familiar. Se caracteriza no aumento dos ângulos metatarso falangeano do hállux (nomal entre 12° e 15°) e intermetatarsal entre o primeiro e segundo metatarsos (normal entre 9° e 10°), o que leva a sua deformidade clássica em maior ou menor grau.  Nesse aspecto classificamos em:  LEVE - ângulo metatarso falangeano até 20° e ângulo inter falangeano até 9°;  MODERADO - ângulo metatarso falangeano entre 20 a 40°° e ângulo inter falangeano entre 9° a 11°;  GRAVE - ângulo metatarso falangeano maior que 40° e ângulo inter falangeano maior que 11°;  Temos ainda outras modalidades de joanete que são o hallux valgo inter falangeano (quando o desvio se faz na articulação inter falangeana do hallux);  O tratamento conservador consiste em mudança de calçado (com a câmara anterior mais larga), espaçador de silicone e fisioterapia. Porém sabemos que o hallux valgo é uma patologia cirúrgica.  Basicamente as cirurgias consistem em:  1- Realinhamento distal - é realizado em quase todos os procedimentos e consiste em liberação tendinosa-muscular, retirada da exostose da cabeça do primeiro metatarso e capsuloplastia (tensionamento capsular).  2 - Osteotomias do primeiro metatarso - podendo ser proximais (base), na diáfise(meio) ou distais(na ponta) do primeiro metatarso.Tem por objetivo a redução do ângulo inter metatarsal e complementar a correção da articulação metatarso falangeana do hallux. Atualmente são fixadas com placas ou parafusos.  3 - Artrodeses - Quando nos deparamos com uma artrose metatarso falangeana do hálux ou hallux valgos recidivados e na presença de patologias reumáticas evolutivo-progressivas. No pós operatório é imperativo o uso de sandália de solado rígido por um período de 40 a 60 dias ,para deambulação e realização de fisioterapia para reabilitação.
Pé Torto Congênito Equinovaro  O pé torto congênito é uma das deformidades congênitas mais freqüentes com incidência de um a três casos para cada mil nascidos vivos.  Cinqüenta por cento são bilaterais e os meninos são 2.5 vezes mais afetados. A causa, ainda hoje, não é totalmente esclarecida, sabendo-se que existem fatores genéticos - a chance de se ter um segundo filho com a patologia é de uma em trinta por cento  - f atores intra-uterinos e de desenvolvimento embrionário dos pés.  Por apresentar uma causa multifatorial, os pais não devem se sentir culpados pelo problema quando a criança nascer. Acredita-se que ocorra por uma parada no desenvolvimento embrionário dos pés do feto, dentro do útero materno.  Em torno do 3º mês de gravidez é normal que os pés do feto estejam na posição de eqüinovaro, e com o desenvolvimento natural, ficam na posição "normal" em torno do 5º mês gestacional. O diagnóstico é fácil, através do simples exame clínico do bebê. É importante salientar que além do pé torto, estas crianças apresentam também uma diminuição no tamanho do pé e atrofia da panturrilha("batata" da perna), no lado afetado. É muito importante também o exame físico completo da criança, pois o pé torto eqüinovaro pode ou não estar associado a outras malformações congênitas. Tratamento Deve ser iniciado tão logo se faça o diagnóstico, se possível nos primeiros 15 dias de vida. Em nosso serviço utilizamos o Método de Ponsetti. O método de Ponseti consiste em correção das deformidades de forma gradual, realizando-se manipulações suaves e colocação de aparelhos gessados longos semanalmente. Há a necessidade de seis a dez gessos para correção. Após, realiza-se tenotomia – liberação do tendão de aquiles, sob leve sedação, para corrigir a última deformidade presente, que é o pé eqüino.  Utiliza-se o gesso por mais três semanas, já com o pé em boa posição e, posteriormente, coloca-se uma órtese denominada de Dennis-Brown num período inicial de vinte e três horas diárias. Reduz-se para dezesseis horas aos nove meses. Para crianças de um ano até os quatro anos de idade indica-se o uso noturno.
Pés Planos (Pé Chato)  O pé plano postural ocorre devido à imaturidade e elasticidade excessiva dos ligamentos da planta do pé, que ainda não são fortes o suficiente para manter o arco plantar ("curva" do pé) quando a criança sustenta seu próprio peso.  No entanto, entre 3 e 4 anos de idade naturalmente esses ligamentos vão se fortalecendo, o arco plantar fica mais evidente e o pé vai gradualmente deixando de ser plano.  Algumas crianças porém, mesmo após a idade acima descrita, permanecem com os pés planos e provavelmente necessitarão de tratamento. Através do uso do podoscópio, que por meio de um espelho conseguimos visualizar a planta dos pés da criança enquanto ela está de pé, poderemos avaliar a gravidade de cada caso e decidir sobre a necessidade ou não de tratamento. O tratamento, que está indicado principalmente para os graus III e IV, consiste no uso de tênis ortopédico com palmilhas feitas sob medida e que têm elevações que estimularão o desenvolvimento da "curva" do pé.  Com o uso da palmilha, os pés são forçados a ficar em boa posição dentro do tênis, fazendo com que os referidos ligamentos da planta do pé se adaptem e amadureçam nesta nova posição. O tempo de duração do tratamento é muito variável e pode chegar até dois ou três anos.  Neste período os tênis serão trocados, para acomodar o crescimento dos pés da criança e as elevações da palmilha ajustadas, para ao final do tratamento observarmos pés com apoio normal ao solo.  Não devemos esquecer que a herança genética da criança tem influência sobre o tratamento, isto é, se há história familiar de pés planos, é possível que não haja correção total dos pés mesmo com tratamento adequado (5% dos casos). Serão os adolescentes com pé plano  Cerca de 65% destes adolescentes com pé chato serão assintomáticos, isto é, não apresentam dor nem qualquer alteração na forma de caminhar, e praticam esportes normalmente. Porém os demais podem apresentar queixas de dor, deformação excessiva dos sapatos ou sensação de cansaço nas pernas, principalmente aos esforços.  É bom salientar que os sintomas e problemas advindos do pé plano não fogem muito do descrito acima, não causam problemas na coluna, nem nos quadris; apenas nos pés.  O tratamento cirúrgico para correção do pé plano, que consiste no reposicionamento dos ossos do pé através da modificação do apoio do calcanhar (osteotomia de calcâneo), está indicado apenas para os adolescentes que apresentem pés planos dolorosos.
Displasia do Quadril  É uma situação presente ao nascimento, em que a criança apresenta graus variáveis de instabilidade do quadril, que pode ser só instável e hipermóvel ou pode se apresentar luxado (fora do lugar).  Trata-se de uma doença de difícil diagnóstico, de evolução silenciosa pois não apresenta nenhum sintoma até o início da marcha e, se não diagnosticada e tratada adequadamente, poderá levar à incapacidade definitiva.  É mais frequente em meninas e a incidência varia de 1:1.000 a 15: 1000 nascidos vivos, mudando consideravelmente de acordo com a região geográfica. Em lugares onde os bebês são carregados com os quadris dobrados (África, Ásia) praticamente não existe o problema, enquanto nos países frios da Europa, em que as crianças são enroladas como charutinho e os quadris ficam em extensão, a incidência é maior.  Frequentemente, há casos de luxação do quadril na família. No berçário da Maternidade é feito um exame simples dos quadris chamado de Ortolani em que é testada a estabilidade do quadril. Tal exame é obrigatório e deve ter o resultado anotado no exame médico inicial do bebê. Na suspeita de instabilidade ou luxação, o bebê deve ser encaminhado para o Ortopedista nos primeiros dias de vida para tratamento especializado.  Diagnóstico  Deve ser feito exame físico, com realização de testes para avaliar a estabilidade do quadril . O bebê será submetido a um exame de Ultrassom dos quadris que determinará a extensão do problema.  Tratamento  O tratamento, inicialmente, é sempre clínico, com o uso de aparelhos ortopédicos que objetivam manter os quadris dobrados e com certo grau de movimento, para que sejam moldados e encaixados no osso da bacia. Caso este encaixe não aconteça de maneira adequada, a criança poderá ser submetida a manipulações sob anestesia e a cirurgias para se efetuar a correção articular.
• Displasia do Quadril
• Ossel • Pan Club • Porto Seguro Saúde • Prevent Senior • Sabesprev  • Santamália Saúde • São Cristóvão • Sepaco • Sul América • Unibanco • Uni Hosp • Vale saúde • Walmart Saúde 
CONVÊNIOS
• AFPESP • AFPEOESP  • Abet – Plamtel  • Allianz Saúde  • AMAFRESP  • Amil  • Bradesco Saúde  • Caasp  • Care Plus  • Classes Laboriosas  • CPP  • Dix Saúde  • Fundação CESP 
• Itaú Saúde • Gama Saúde • Golden Cross • Life Epresarial • Mapfre Saúde • Medial • Medservice • Multicare • Nipomed • Notre Dame • Omint - Skill • Opção Saúde • Open Line
Av. Índico, 203 - Jardim do Mar São Bernardo do Campo - SP  Tel.: 11 4122-7888  Fax: 11 4122-7887 Atendimento de 2ª à 6ª feira  das 7:00 as 19:00 hs.
FORMULÁRIO DE CONTATO
Ótima localização, atendimento eficiente e próximo ao centro.
Perguntas frequentes
Você sabia?
Como proceder quando o meu convênio não tem cobertura na clínica?
Quais são os convênios que dão cobertura para Acupuntura?
R: Normalmente são de 10 em 10 sessões, contrário do convênio Sul América que autorizam de 07 em 07 sessões.
Quais são os convênios que necessitam autorizar previamente os procedimentos e tratamentos realizados na clínica?
Quais são os convênios que dão cobertura para RPG?
Quantas sessões de fisioterapia o meu convênio autoriza?
R: Cobramos o valor de uma consulta normal, emitimos uma nota fiscal eletrônica pela prefeitura de São Bernardo e o paciente junto a um relatório médico mais a nota fiscal faz a prévia de reembolso ao convênio.
R: A maioria dos convênios dão cobertura, exceto: Golden Cross, São Cristóvão, Classes Laboriosas, Sepaco, Sabesprev.
R: Apenas o convênio Marítima.
R: Todos os convênios necessitam de autorização para os tratamentos: fisioterapia, RPG e no caso da Marítima a Acupuntura. Os demais procedimentos ortopédicos solicitamos a autorização no momento da consulta com o ortopedista.
Consultas Ortopédicas  Para passar em consultas ortopédicas na Clínica Alpha, o paciente precisa estar com carteirinha do convênio e documento pessoal como o RG. Sem estes documentos não há atendimento!
Consultas Ortopédicas
Agendamento de consulta
Tolerância de atraso
Agendamento de consulta  Nossas consultas com ortopedista são agendadas previamente e nosso atendimento é por horário marcado e não por horário de chegada! Fique atendo ao seu horário da consulta!
Tolerância de atraso  No tratamento de Fisioterapia, nossa tolerância para atraso é de somente 15 minutos após este horário o paciente aguarda um encaixe na agenda!

Desenvolvido por: